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Sábado, Maio 31, 2003
DERIVA
Ah que eterno devir (s.m. O que há de vir. Filos. Movimento permanente das coisas que se desfazem, transformando-se em outras coisas). Se eu fosse contar o número de vezes que mudo de idéia; que troco de cara; que troco de roupa, por dia, talvez faltassem dedos de uma mão. Ora é o doce do cafezinho que sobrepõe o gosto do salgado, ora é o tira-gosto salgadinho que antecede o amargo do café. Se é uma busca incessante, não sei. Que é infinita, é certo. Mas o que há de vir parece incerto.
Filosofar, filosofar, filosofar... é bom! Põe o cérebro na ativa e os neurônios transitam. Vão de um lado ao outro da cabeça até que todos os seus cabelos caiam. Sim. Um dia eles vão cair. A não ser que teu corpo não produza os hormônios responsáveis pela calvície. Claro, você tem que ser do sexo masculino. Do contrário teria algo de errado por aí! Ou você pode fazer como eu, tomar 1 mg de finasterida diariamente. Tá dando certo pra mim, mas convém consultar um bom dermato.
Não tinha pensado, a princípio, em divagar no marasmo das palavras mal ditas, mas já é tarde e continuo transgredindo meus próprios conceitos e contrariando o que tinha me proposto no início. Mas também... tenho dito que estou indeciso. Bem... vou pensar meu próximo post. Vou até o espelho... é hora de mudar a minha cara de novo!
Foto: Gettyimages
That's all folks!
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ZÉ | 5:02 PM | 2054580
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